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29/06/2009
UNESCO inscreveu mais 13 bens culturais e naturais na Lista do Patrimônio Mundial

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Em sua 33º reunião anual, realizada em Sevilha, na Espanha, o Comitê do Patrimônio Mundial da UNESCO inscreveu 13 novas propriedades na Lista do Patrimônio Mundial que passa a contar, agora, com 890 bens culturais e naturais de "valor universal e excepcional" protegidos em todo o mundo. Entre as 13 novas propriedades reconhecidas mundialmente, duas são naturais e 11 culturais, destacando-se entre elas o Mar de Wadden, na Alemanha e países baixos, o Palácio de Stoclet, na Bélgica, e a Torre de Hércules, na Espanha. Pela primeira vez, países como Cabo Verde, na África, conseguiram inscrever bens na Lista Mundial. No caso do país africano, trata-se da cidade velha, no centro histórico de Ribeira Grande, cujo traçado urbano remonta ao século XVIII.

Fato inédito na reunião de Sevilha, encerrada no final de junho, foi a exclusão da Lista do Patrimônio Mundial, instituída em 1972 pela UNESCO, da paisagem cultural do Vale do Elba, em Dresde, na Alemanha. Inscrita em 2004, a paisagem está ameaçada pela construção de uma ponte; o que levou à sua exclusão. Além disso, o comitê inscreveu três outros sítios na Lista dos Patrimônio Mundiais em Perigo, entre eles os monumentos históricos de Mtskheta, na Geórgia, devido ao precário estado de conservação.

Brasil de fora     

Mais uma vez, o Brasil não conseguiu inscrever na Lista da UNESCO um novo acervo cultural ou natural. Este ano, o País, por meio do IPHAN, havia reapresentado o dossiê da candidatura de Paraty, no Rio de Janeiro, denominada "Rota do ouro em Paraty e sua paisagem". A primeira versão do dossiê da histórica cidade carioca havia sido apresentada em 2002, mas o Comitê do Patrimônio Mundial solicitou que fossem feitas alterações. No ano passado, o Brasil havia também apresentado a candidatura do centro histórico de São Cristovão, em Sergipe.

Com isso, o Brasil permanece com apenas 18 bens inscritos na Lista do Patrimônio Mundial, sendo três de Minas: a cidade histórica de Ouro Preto (1980), o Santuário de Bom Jesus do Matozinhos, em Congonhas (1985), e o centro histórico de Diamantina (1999). A última inscrição de um sítio brasileiro na Lista ocorreu em 2001.