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21/05/2007
Comitiva vence difícil trecho entre a Fazenda Catatau e o Riacho das Vacas

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Além dos inseparáveis chapéus de abas largas, para enfrentar o inclemente calor dos campos do Cerrado, e das botas de cano alto ou botinas, desde que acompanhadas de perneiras para proteger a panturrilha do roçar no couro suado dos animais ou dos arbustos quase sempre espinhosos, os vaqueiros da Comitiva do Sertão das Gerais colecionam diversos outros apetrechos indispensáveis para tocar uma boiada. Entre estes, o destaque fica por conta das alforjes em que carregam lanches rápidos, mas até a paçoca de carne, e os cantis ou guampos - o chifre de boi, com uma corrente - para matar a sede em longos trajetos sem as águas das veredas ou dos córregos.

Entre a Fazenda Catatau e o Riacho das Vacas, no quinto dia da viagem da comitiva que começou no dia 17, na Fazenda Sirga, e prosseguirá até a Fazenda São Francisco, no próximo dia 26 de maio, estes apetrechos revelaram mais ainda a sua utilidade. Sob um sol forte e um calor intenso, muita poeira e sem alternativas de água para os homens e os animais, a comitiva que está refazendo a viagem de Guimarães Rosa pelos sertões de Minas teve de vencer um longo trecho inóspito, de cerca de 30 quilômetros, em altos de serras, tendo como referência geográfica o histórico Morro da Garça, até chegar no meio da tarde ao Riacho das Vacas.

“Já esperávamos que este fosse o trecho mais difícil da viagem. Em toda a rota, este era o de maior distância entre os pousos. E, o pior de tudo, sem água”, assinalou o coordenador executivo da comitiva, Pedro Fonseca. Mas, apesar do cansaço da viagem, os vaqueiros, a boiada e a tropa conseguiram vencer o desafio, ele comemorou.

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